Cinema

Cinema

 Cinema da década de 1950

 

No Cinema da década de 1950, o cineasta Alfred Hitchcock filma Dial M for

Murder (Disque M para Matar), Rear Window (Janela Indiscreta) e Vertigo (Um Corpo

que Cai).

Elia Kazan descobre Marlon Brando e juntos fazem On the Waterfront (Sindicato

de Ladrões) e A Streetcar Named Desire (Um Bonde Chamado Desejo/Uma Rua

Chamada Pecado).

Os modelos de beleza da mulher, estilizado por Hollywood, traz características

em comum: a "ingênua chique", encarnado por Grace Kellye Audrey Hepburn; o

da femme fatale, encarnado pelas atrizes Rita Hayworth e Ava Gardner e, finalmente

as pin-ups, loiras e com grandes bustos. Nesta última categoria, com elementos do

segundo, os dois maiores ícones da beleza feminina consagrados pelo cinema desta

década: Brigitte Bardot e Marilyn Monroe.[1]

O jovem rebelde surge como modelo de displicência no vestir e no comportamento;

além de Marlon Brando, em 1951 (A Streetcar Named Desire), James Dean imortaliza-

se neste estereótipo, vivido em 1955 em Rebel Without a Cause (Fúria de viver/

Juventude transviada)[1] e morrendo pouco depois.

O cinema desta década apresenta uma grande variedade de estilos. Em razão

da popularização da televisão os estúdios buscaram novos atrativos para trazer o

público de volta às salas de exibição. Assim, usou-se bastante a técnica de filmagem

em widescreen em variados métodos como Cinemascope, VistaVision e Cinerama,

bem como os primeiros experimentos dos filmes em 3D. As grandes produções de

filmes épicos e espetaculares tiveram grande popularidade, tanto históricos quanto

fictícios, como The Robe (A Túnica/O Manto Sagrado),The Story of Robin Hood and

His Merrie Men, The Ten Commandments, The Seventh Voyage of Sinbad ou Ben-

Hur. Outros filmes fora dos Estados Unidos também usaram dos recursos da tela

grande, como as obras do diretor soviético Aleksandr Ptushko em os épicos Sadko,Ilya

Muromets e Sampo,

Samurais, Kumonosu-jō e Kakushi toride no san akunin.Toshiro Mifune, que estrelara

os filmes de Kurosawa, também atuou na trilogia a cores Trilogia Samurai de Hiroshi

Inagaki

No Brasil a produção cinematográfica assistiu a uma reviravolta na qualidade. Ao

advento da televisão somou-se a fundação da Companhia Cinematográfica Vera

Cruz, por Assis Chateaubriand e Franco Zampari, que visava a produção de filmes

de qualidade hollywoodiana, forçando assim a Atlântida Cinematográfica, que se

estabelecera na década anterior com a produção descuidada de chanchadas,

ou

o japonês Akira

Kurosawa,

nos

históricos Os

Sete

a aprimorar sua qualidade. Atores e técnicos estrangeiros foram contratados,

sobretudo europeus; consolida-se a dupla de atores de comédia,Oscarito e Grande

Othelo 

 

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